quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Só Amando Avançaremos

Só Amando, Avançaremos
por Maria Cristina - tina.lc@hotmail.com


Por toda a história da humanidade, assistimos a lutas intermináveis de seres das mais diversas nacionalidades contra os de outra, e entre si, numa busca desenfreada de punir o outro, de conquistá-lo, de fazer-se o vencedor de alguma coisa que nem sempre foi claramente definida. E assim, com esta herança, vamos vivendo... Mudamos as formas de guerrear, de agredir, mas continuamos a fazê-lo, como se não houvesse qualquer outra saída para nós. Brigamos para sermos melhores do que o outro, para conservarmos o que entendemos ser nosso, para fazermos com que o outro pense como nós, viva como nós.

No centro de toda esta luta, está o Ego, aquele que em nós habita e que tem início e fim, aquele que por isto sente muito medo da morte - pois sabe que vai um dia desaparecer, aquele que é inseguro e que tenta se mostrar melhor do que todos os outros. E a história mostra que continuamos repetindo esta caminhada sangrenta, sem que haja vencedores, mas criando muita destruição, muito sofrimento.

A pergunta que cabe é - será que é mesmo este o único caminho? Será que para que sejamos respeitados pelo outro, precisamos domá-lo? Será que retribuindo o mal com o mesmo mal estamos ensinando alguma coisa, ganhando alguma coisa, melhorando a situação, nem que seja um pouco?

Parece-me que não. O Mal só será transformado em contato com o Bem. Já de início, a pessoa má é uma ignorante, alguém que conhece pouco de si mesma, da Vida, do Amor que está nele e em tudo. Só aprendendo e vivenciando esta experiência amorosa, através do contato com o Bem nos outros, vai poder confiar em si mesmo e sentir-se motivado a viver o perdão - que o acolheu - e o amor, que lhe fez feliz, lhe curou as feridas da alma e lhe devolveu a paz!
Se continuarmos a punir o mal com mais mal ainda, multiplicaremos o mal em torno de nós. Reforçaremos o negativo, o denso, o absurdo, o sofrimento, a angústia, o desequilíbrio, a doença.

Assim, diante do erro, mostremos uma atitude correta. Precisamos nos disciplinar para sermos este professor, pois disto depende, penso eu, o futuro da hossa humanidade. Se o agressor me encontrar tranquila, serena, se eu não lhe ofender da mesma forma, ao lhe devolver todo o lixo que me atirou, eu deixarei de sujar mais ainda a atmosfera e tirarei dele a vontade de continuar me ofendendo. Terei conseguido transmutar a energia inicial, neutralizando-a.

Se o outro está errado, por que também preciso errar? Se o outro caiu, devo cair com ele, ou preciso tentar lhe levantar, de alguma forma? O que ganharei caindo também? Será que não me tornarei mais forte exatamente porque consegui não cair? Por ter tido força para me sustentar de pé, apesar de tudo?

As prisões estão cada dia mais cheias, de pessoas que são tratadas como animais, como feras - que também não deviam ser tratadas daquela forma. No Brasil, já não são mais capazes de abrigar o número crescente de presidiários... Eles por acaso saem de lá - no fim de uma pena cumprida - melhores do que eram antes dali entrarem? Infelizmente, sabemos que não. Precisariam ser reconhecidos errados, sim, mas pra eles deveria ser oferecido um programa de tratamento. Não de espancamento, de falta de compreensão, de falta de respeito. Desta forma, nada vai evoluir para melhor.

Será que diante dos filhos que erram, pensando numa realidade ainda mais próxima de nós, apenas nos lembramos do castigo, da pancada, do palavrório agressivo? Ou será que procuramos dar um exemplo mais maduro e equilibrado, tentando iniciar um diálogo que explique de forma honesta o porquê da desaprovação, tudo isto temperado com muito amor, muito mesmo, muito respeito? Isto para que a agressão que sofremos não gere uma atitude agressiva - do mesmo teor da que iniciou tudo.

Para termos paz, precisamos viver em paz, cultivando a paz e promovendo a paz. Se continuarmos a guerrear, sempre viveremos em guerra... Num círculo vicioso que parece não ter fim - onde construímos com esforço e destruímos por ignorância e invingilância - sem avançarmos nada, sempre recomeçando... Partindo do mesmo ponto.

Só amando iremos avançar, realmente. E, vamos sempre nos recordar de que amar está sempre unido ao perdoar. Para os que amam, espero que amem mais ainda! Para os que se fecharam nas sombras, por falta de amor, que isto se reverta o mais rápido possível. Para os que estão magoados, que procurem perdoar e amar mais ainda. Para os que vivem no mal, enganados, que encontrem o Bem na pessoa de alguém!

É meu desejo e minha profecia para esta nova década que está apenas começando.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Conhece-te a Ti mesmo

Conhece-te a ti mesmo
Ter, 09 Fev, 05h56



Sandra Maia*/Especial para BR Press

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(BR Press) - É nas relações que nos encontramos e também nos perdemos. É- o amor deveria mesmo libertar, fazer-nos mais. Mais felizes, mais íntegros, mais possíveis - mais por muito mais tempo... A questão é que enlouquecemos no durante - o que elimina as possibilidades de chegarmos ao relacionamento saudável. O fim chega muito antes...


Você vai concordar comigo: todo início de relação é mágico. Ficamos mais bonitos. Mais vaidosos. Mais atraentes. Fazemos-nos melhor em todos os sentidos. Isso quer dizer que nos encontramos! Entramos naquela fase de encantamento. Vale frisar: esse encontro traz consigo liberdade, amor, força, tudo o que nos afasta do medo, da ilusão, do ego...


Ok! É também verdade que além de nos amar mais, vamos amar ainda ao outro a nova condição, a relação e todas as suas oportunidades. Tornamo-nos deslumbrantes. E isso é explicado até mesmo pela ciência. Quimicamente, nosso organismo passa por uma série de transformações quando nos apaixonamos, que contribuem para o brilho.


Problemas
A questão é que, com o tempo, deixamos de focar em nós. No que nos faz bem. No que nos tranqüiliza e nos preenche com essa sensação de liberdade - de poder, de realizar. Aos poucos, de forma inconsciente, deixamos tudo isso de lado para tentar entender o outro. Viver a vida e o sonho deste. Amá-lo a um custo que, dificilmente, vamos poder pagar - o preço é a nossa vida, nossos sonhos, nossos valores. Então problemas à frente. Na relação e conosco.


Conosco porque perdemos a oportunidade de nos manter íntegros. Desbotamos. Perdemos a cor. Deixamos de ficar atraentes para o outro e para nós mesmos. Anulamos-nos em função de um algo que entendemos ser maior que nós mesmos: A RELAÇÃO.


Pra baixo
E, nesse caminho, com passagem direta para o fim do poço, perdemos o outro e a NÓS MESMOS. Deixamo-nos abandonar. Não mais sorrimos. Não mais exercemos nossa liberdade. E, iludidos, cegos pela paixão, esperamos que o outro faça o mesmo. Que fique conosco acorrentado - diretamente para baixo, para a lama.


É claro que não fazemos isso de propósito. Fica fácil compreender que fazemos porque é o que sabemos. Não aprendemos a nos relacionar de outra maneira. Não amadurecemos emocionalmente. Não agimos como homens e mulheres, e sim como meninos e meninas - quer dependem de um ou outro para tomar qualquer decisão, até aquelas mais simples.


Exemplos? COLOCAR LIMITES, NÃO CONCEDER O QUE NÃO SE PODE, DEIXAR DE EXISTIR, TORNAR-SE INVISÍVEL NA RELAÇÃO PARA NÃO ATRAPALHAR O OUTRO, DIZER NÃO, BASTA, etc, etc... E, nesse contexto, fica simples prever o fim. Acabamos com a relação e com tudo o que ela poderia nos trazer de bom, de verdadeiro, de amor.


Escolhas
O problema é sempre o mesmo. Fazemos escolhas que não são as melhores para nós. Para nossa vida. Escolhemos pares para nos distrair e não para amar. Escolhemos viver problemas. Abrir mão do sonho. Do amor próprio. Escolhemos aqueles tais que nos destroem emocional e fisicamente.


Por que agimos assim? Talvez porque não saibamos receber. Não aprendemos! Achamos-nos não merecedores de felicidade, de amor, de vínculo, de relações saudáveis. E o quanto antes entendermos essa equação, mais chances de virar o jogo. Mudar a escolha. Acordar para a vida.


Até lá, espero que possamos ser generosos para conosco - assim como temos sido com esses parceiros que nada agregam, ao longo do tempo. Fica aqui uma única certeza: para ser amado, respeitado, admirado há que trabalhar muito o autoconhecimento, a auto-estima, o que se pode ou não se pode.


No mais, te convido a continuar a busca. A busca por si só. Ao final, esse é mesmo o caminho para chegar ao outro verdadeiramente.



Sandra Maia

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sem Educação Não Somos Nada

skip to main | skip to sidebar ECONOMIA E CAPITALISMO
Um blog dedicado ao mundo da economia e a tudo que dele buscamos conhecer, aliado aos fatos quase diários deste eterno aprendiz de estudante, na sua busca constante de divulgar os últimos acontecimentos na economia e os textos mais interessantes lidos pelo mesmo. "If all you ever do is all you´ve ever done, then all you'll ever get is all you ever got."

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
SEM EDUCAÇÃO NÃO SOMOS NADA!

Enquanto o BRASIL não MUDAR sua EDUCAÇÃO, continuaremos a ser este país de 3º mundo. Relatório “EDUCAÇÃO PARA TODOS”, divulgado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura - UNESCO coloca o nosso país na 88ª posição, atrás de “gigantes” como o PARAGUAI, EQUADOR e a BOLÍVIA. Isso é uma VERGONHA. É LAMENTÁVEL. Foram estudados 128 países e entre os primeiros estão a NORUEGA – nota 0,995, JAPÃO e ALEMANHA. Os piores foram a GÂMBIA, o NEPAL e o DJIBUTI – nota 0,709. Cada país recebeu uma nota, que varia de 0 a 1, sendo 1 a mais alta, com o BRASIL obtendo como resultado a nota 0,883.

Será que NINGUÉM consegue enxergar como está PÉSSIMA a EDUCAÇÃO neste país? E isso vale também para a educação no tratamento entre as pessoas, na rua, no trânsito, no elevador do prédio, nos orelhões quebrados, no atendimento ao celular no horário da refeição, na falta de leitura, na maneira de querer sempre passar o outro para trás etc etc etc. Fico realmente desolado quando observo, por exemplo, a falta de conhecimento e leitura dos alunos que estão agora no ensino médio. Precisamos MUDAR essa situação oferecendo ENSINO com a qualidade que existe nos países de 1º mundo.
SE nada fizermos, seremos o eterno país da "bolsa família: bolsa escola - cartão alimentação - auxílio gás - bolsa alimentação etc etc etc"...
Postado por JOÃO MELO às 22:43
Marcadores: BRASIL, EDUCAÇÃO, ESTADÃO
1 comentários:
Pedreliano disse...
João que desabafo hein!! Concordo plenamente!!!

31 de janeiro de 2010 16:24