terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Eu Quero!!!

Mas eu quero o que?
Eis ai onde deve entrar a noção do dever, o que pouco se faz na prática.
A vontade é uma, a fé é outra e o desejo outra coisa.
No desejo possamos mudar de ideia, hoje queremos amanhã não queremos mais, isso é desejo.
A fé é o poder dirigente emana do ego.
A vontade é a luta, a garra, a persistencia no que se quer.
Bem, o que se conclui é, que a vontade como a fé podem produzir muito mal ou muito bem.
São duas energias com as quais precisamos ter muita cautela, pois podem levar facilmente ao erro, tornando-se servas de interesses as vezes não bons.
A fé pode conduzir-nos ao erro ou a verdade.
A vontade nos guia, e conduz as faculdades mentais tão complexas e variadas. Ela é a faculdade do ser, que governa a alma e o corpo, é o alicerce que sustenta.
Sem vontade todas as aptidões do ser todas as faculdades se enfraquecem e perde seu valor.
Todo o grande empreendimento humano quer no comércio, na politica, na religião, na arte, na industria, são dirigidos por seres de vontade e que sabem fazer uso dela.
Não se deve confundir a força de vontade com arrogância.
Muita gente gaba-se de possuir força de vontade, quando na realidade possui pouca, e manifesta o que entendem por força de vontade por meio de gritos e arrogância para com os seus subalternos, mas em geral não possuem habilidade para influenciar favoravelmente.
A verdadeira força de vontade reconhece-se pela habilidade de governar e dominar as opiniões.
Foi difícil abolir a escravidão não remunerada, mas esta sendo mais difícil à abolição da escravidão mental.
Existem momentos na vida que devemos ter a coragem de um soldado, a astucia de um comerciante, o tacto de um diplomata e a simplicidade de uma criança.
Confiando e trabalhando, devemos agarra-nos aos destroços, até que o impulso irresistível precipite o naufrágio ou que a luz do sol torne risonho o mar revolto.
"partes tiradas do Livro Ciência e Saúde"

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