terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Abuso

No conceito humano a que se acha ligada a Justiça terrena, não se espera equivalência com a Justiça Divina.
Esta diferença deixa-se de explicar devido as restrições intelectuais sobre espaço e tempo.
E devido a essas restrições não se conseguem reconhecer e menos ainda admitir o erro e separá-lo do Direito.
É muito triste, porém que por esse motivo tantos julgamentos dos tribunais se contradizem dentro da mesma Lei, imaginas as contradições em oposição a Justiça Divina.
Não é o caso de se falar dos tempos da idade média e de outros crimes da Justiça.
Tampouco deve se referir nos crimes que entram em débito das comunidades jurídicas, devendo atingir efeito retroactivo aos praticantes, porque muito abusam da Justiça cometendo em seu nome coisas como supostamente agradável a ela e, com isso cunhando-A perante aos ignorantes como a responsável por isso ou por aquilo.
Abusos e barbaridades que não devem ser esquecidas, nos julgamentos cometendo incongruências aparentando boa fé e o mais pleno Direito.
Com tudo chegou, evidentemente o tempo de se olhar com horror para a Justiça actual.
Hoje encaramos segundo o nosso conhecimento encerraram tanta injustiça.
Este é o curso, e encarando o progresso entre o tempo, o de hoje trata-se somente das formas externas.
É difícil o caminho do reconhecimento, quando se perde a oportunidade favorável e se sobre carrega, intencionalmente pela ignorância, de nossas culpas.
Onde encontrar lideranças livres porém comprometidas com a ordem e o progresso de nosso país?
Ditosa a população que alcança a altura do critério em votar segundo os seus sentimentos.

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