Quem não tem visto, quem não tem experimenta do essa febre ardente, com seus delírios e trevários, com suas noites de insónia, com seus dias de constantes preocupações, essa febre que se milha a hidrofobia em seu período mais impetuoso, o mais horripilante e mais medonho?
Quem - espectador ou actor - não tem visto essa luta (...) em que os combustíveis se amontoam aos mil, e a explosão a mais terrível pode a todo momento ser operada pela centelha a mais desprezível - luta de desgraças, de desolações de lágrimas e, não poucas vezes de sangue?
de: C. de Macedo
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
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