Quando os indivíduos serem responsáveis pelos seus actos, portanto, segundo a Lei da Justiça e da Perfeição, sob o domínio da verdade, como princípio útil ai sim teremos a LIBERDADE.
No momento em que a multiplicidade dos fenómenos e das formas forem reconhecidos e sintetizados no principio único, realizaremos assim a IGUALDADE.
Quando perdemos os simples sentimentos estáticos de piedade cristã e entrarmos no processo de iniciação integrante e colectiva das afinidades como regra dinâmica de conduta humana, ai sim teremos a FRATERNIDADE.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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