A Juventude exclama - vive e goza!
Doida, invadindo o coração da gente
O prazer comparece, presto e ardente
E pulsa em sensação maravilhosa
Vem a tola vaidade, mentirosa
E grita - O mundo inteiro é teu somente!
O orgulho volve e manda - Segue a frente!
Eu sou na vida, o cetro que te esposa
No entanto, os conselheiros desumanos
Possam deixando amargos desenganos
No coração que triste e árdego arde
Chega a Velhice e pede - trabalhemos
Buscando o bem a luz por dons supremos!
Mas a morte repete - É muito tarde!!! É muito tarde!!!
poetisa Felícia Cunha 1853 - 1888 RGS
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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