Um dos paradoxos do amor é
o de que ele se manifesta mais intensamente,
não na presença,
mas na ausência do objecto amado;
por vezes, quando tudo já passou,
tudo já se fez em cinzas...
Assim foi, assim será sempre...
Até breve querida!
O Poeta da Liberdade
O amor é cego,
Só vê
aquele por quem delira.
O tempo, o grande oculista
as cataratas lhe tira
O Poeta da Liberdade
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
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